Diário da Garupa #tbt 06 – Quebrando o silêncio !!!

No dia 26/08/2017 a cidade de Mogi das Cruzes literalmente parou, a Igreja Adventista e o ministério dos Motociclistas Adventistas (AMM), participaram de uma passeata em defesa das mulheres abusadas sexualmente.

A VIOLÊNCIA SEXUAL É UM DRAMA SOCIAL SÉRIO E RECORRENTE.

No dia 26/08/2017 a cidade de Mogi das Cruzes literalmente parou, a Igreja Adventista e o ministério dos Motociclistas Adventistas (AMM), participaram de uma passeata em defesa das mulheres abusadas sexualmente.

Apoiar uma causa tão importante foi um marco na história dos nossos “roles”.

Estar com nossos irmãos motociclistas fazendo novas amizades foi TOP !!!

A DOR DE TODOS NÓS

Humilhação, invasão e ameaça. Sonhos desfeitos, coração ferido e sentimento de que a vida não tem mais sentido.
Quando alguém tem sua intimidade e seu respeito violados, as consequências mais prováveis são a dor e o trauma.

Não importa se o estupro tenha ocorrido na saída de uma festa ou dentro de casa, o quadro é o mesmo:

Um abusador que se aproveita de uma vítima.

Por isso, a roupa, o ambiente ou a circunstância não podem ser desculpas para esse crime tão grave.

Não há justificativa para a violência.

É preciso agir sem demora para quebrar o ciclo de exploração de quem está sendo abusado e proteger vítimas em potencial. Para tanto, é

necessário um esforço conjunto a fim de discutir soluções para esse drama que afeta tantas pessoas.

Para se ter ideia de como esse problema está mais próximo do que se imagina, em 2011, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estimou que 70% das mulheres em todo o mundo sofrem algum tipo de violência de gênero ao longo da vida.


Portanto, não podemos ficar com os olhos vendados nem fingir que não vemos o que acontece ao nosso redor. Até quando permitiremos que familiares, amigos e desconhecidos sejam feridos por uma crueldade que esmaga sonhos, fecha portas e promove morte lenta e gradual da dignidade?


As consequências emocionais do estupro e de outros tipos de violência podem ser irreversíveis e fatais. Diante da gravidade desse cenário, a prevenção precisa começar em casa. Um ambiente seguro, em que o respeito, o amor e a coerência são valorizados, pode evitar novos casos e minimizar essa situação.


Mas a prevenção não é responsabilidade somente da família. Todos nós, professores ou amigos, líderes religiosos ou políticos, precisamos nos envolver nesta causa. Somos corresponsáveis pelo bem-estar e pela saúde de quem está perto de nós. Ao ler esta edição, você perceberá que o
assunto é grave e pode trazer sérios prejuízos físicos e psicológicos para a vítima e consequências sociais e culturais não menos preocupantes. Mas a boa notícia é que a conscientização da sociedade sinaliza esperança.


Por isso, desde o início dos anos 2000, a Igreja Adventista investe na campanha anual Quebrando o Silêncio, como uma estratégia de
prevenção de qualquer tipo de violência e também de proteção das vítimas. Cuidar dos mais vulneráveis, fornecer informações para pais e educadores e, sobretudo, ajudar a diminuir a incidência de casos de agressão, são nossos objetivos. Portanto, junte-se a nós!

Texto de :MARLI PEYERL (educadora e coordenadora da campanha Quebrando o Silêncio na América do Sul )

Ao redor do mundo, milhares de mulheres são abusadas sexualmente, seja em idade adulta ou ainda na infância e adolescência.

No entanto, o medo gerado a partir da ameaça dos agressores faz com que a maior parte das pessoas violentadas permaneça em silêncio.
Para dar apoio às vítimas e acelerar o processo de responsabilização dos acusados, as 368 unidades das Delegacias Especializadas de Atendimento
à Mulher espalhadas pelo Brasil também têm por papel trazer mais segurança para quem sofre a violência.

Foi nesse dia que conhecemos uma galera super especial , o pessoal de Mogi das Cruzes, em especial “Ismael Luiz Wallauer” e sua família, que nos receberão muito bem em sua casa !

Deixe aqui seu comenário.

%d blogueiros gostam disto: